HOMEOPATIA

HOMEOPATIA

A palavra Homeopatia deriva do grego, onde “homeo” significa “semelhante” e “pathos” significa “sofrimento” ou “doença”.

Portanto, Homeopatia pode ser traduzida como “método terapêutico pelo princípio dos semelhantes”.

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Homeopatia
Homeopatia

O que é Homeopatia?

A Homeopatia é um sistema de medicina vitalista, individualizada e integral que pode ser utilizada para  todos os seres vivos, e  se baseia na lei de que “semelhante cura semelhante”. Isso significa que uma substância que causa sintomas em uma pessoa saudável pode ser usada para o tratamento de um paciente que apresente os mesmos sintomas daquela doença. Outra característica é que os medicamentos são doses infinitesimais, preparados em doses muito diluídas para tratar esses mesmos sintomas em uma pessoa doente. Os remédios homeopáticos são preparados por meio de um processo de diluição e dinamização, que visa potencializar as propriedades curativas da substância original.

Como surgiu a Homeopatia?

A Homeopatia foi desenvolvida no final do século XVIII por Samuel Hahnemann, um médico alemão que, desanimado com os recursos da Medicina da época, observou lendo a Matéria Médica de Cullen, que a cinchona, uma planta que contém quinina, produziu no homem sadio os mesmos sintomas da malária. Ele experimentou esta substância e desenvolveu sintomas similares a esta doença, o que o levou à utilização do princípio da Homeopatia:“Similia Similibus Curantur”- Semelhante Cura Semelhante, já descrito por Hipócrates, pai da Medicina Ocidental. Em 1810, Hahnemann publicou sua obra “Organon da Arte de Curar”, estabelecendo os fundamentos da Homeopatia que, desde então, se espalhou pelo mundo e é praticada em diversos países, sendo reconhecida como uma forma  eficaz de tratamento, acolhendo as características de cada indivíduo na sua totalidade e nas relações com o meio em que vive.

O Pai da Homeopatia

SAMUEL HAHNEMANN

Christian Friedrich Samuel Hahnemann, o médico que iria revolucionar os métodos terapêuticos, nasceu em Meissen, no leste da Alemanha, no dia 10 de abril de 1755. 

Ainda criança, Hahnemann tinha muita facilidade para aprender diferentes idiomas. Aos 14 anos já era professor de grego e dominava também o inglês, francês, italiano, latim, árabe, sírio, e o espanhol.

Aos 26 anos iniciou o curso de Medicina na Universidade de Leipzig, porém, insatisfeito com o enfoque exclusivamente teórico das aulas, transferiu-se para Viena. Embora considerado bom médico, no auge dos seus 34 anos, Hahnemann estava desiludido com a pouca eficácia dos métodos terapêuticos usados na época e então passou a obter seu sustento através das traduções de trabalhos científicos. 

Em 1790, traduziu o tratado Matéria Médica, do inglês Willian Cullen, que relatava as propriedades curativas da Chinchona officinalis, ou quinina, contra a malária. Intrigado, Hahnemann testou em si mesmo a substância e desenvolveu sintomas semelhantes aos da doença. Subitamente, tomou consciência do que ocorrera: quinina acarretava sintomas semelhantes aos apresentados pela enfermidade que curava.

Hahnemann publicou, em 1796, o importante ensaio ‘Um novo método para averiguar os princípios curativos das drogas’. No século V a.C., Hipócrates, já afirmava que uma doença podia ser combatida com substâncias que causavam sintomas parecidos, teoria já mencionada na Índia mais de 2 milênios antes. No século XVI, o suíço Paracelso (1493–1541) afirmava que venenos ministrados em pequenas doses podiam curar enfermidades. Entretanto, o princípio “Similia similibus curantur” só foi batizado posteriormente por Hahnemann como homeopatia – do grego “homoios” similar e “pathos” doença.

Hahnemann começou seus tratamentos aplicando grandes doses. Como observou efeitos colaterais, procurou desenvolver um procedimento para proteger o paciente e evitar intoxicações. Passou então a diluir as substâncias para que fossem ministradas em pequenas quantias. Hahnemann concluiu também que, se os processos de saúde, doença e cura são dinâmicos, o medicamento também deveria ser considerado na sua indicação. Outra observação de Hahnemann foi a de que as diluições que haviam sido submetidas a agitações (ditas sucussões), mantinham seu efeito curativo numa maior diluição. Dessa maneira, ele agregou o processo de dinamização a farmacotécnica homeopática.

A nova terapia veio responder à necessidade frente aos tratamentos cruentos e sem resolutividade da época, como a prática de sangrias, ingestões de purgantes e substâncias tóxicas.

Hahnemann, como cientista experimental, continuou as suas observações criteriosas. Observou que havia diferença entre as situações de doenças agudas e crônicas. E, em 1828 escreveu outra importante obra: ‘Doenças crônicas, sua natureza e tratamento homeopático’.

Em 1831, Hahnemann através da possibilidade da ação preventiva  e curativa dos medicamentos homeopáticos, ajudou a conter uma epidemia de cólera na Europa. O sucesso no tratamento da moléstia despertou interesse internacional. 

Hahnemann morreu aos 88 anos, em Paris, no dia 2 de julho de 1843. Seus estudos foram rapidamente difundidos e serviram de inspiração para novas gerações de médicos.

Hahnemann e seus discípulos desenvolveram 100 substâncias curativas. Hoje há cerca de 3 mil delas. Ao longo dos anos, os métodos homeopáticos evoluíram muito, mas seus princípios básicos, desvendados por Hahnemann, perduram após mais de dois séculos.

A Homeopatia continua o seu crescimento no mundo e tem se mostrado bastante útil em situações de doenças mentais e físicas da atualidade que ainda não obtiveram resposta em outros métodos terapêuticos. Outra observação é como as doenças crônicas deixam de ter as suas recorrências tanto em frequência como em intensidade; e, também a sua abrangência no suporte aos pacientes que exigem cuidados paliativos.  

O Brasil é um dos países onde o legado de Hahnemann continua a crescer. O número de cirurgiões dentistas, farmacêuticos, médicos e médicos veterinários que têm buscado essa possibilidade cresce cada vez mais. A quantidade de pessoas que recorrem a esta medicina, também vem crescendo e isso se dá por dois fatores importantes: pela maneira como a medicação age, que é de resposta rápida, duradoura e sutil; e pela forma humanizada e individualizada com que os profissionais a praticam.

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